30 março, 2011

LAPA

Eu já conheço
tão bem
afinal ninguém mais que eu para conhecer-te tão bem,
Ver teu desespero
do meu distanciar
ver teu amor chorar
lascerar
tua mente covarde
Não bastasse
emails, alteregos e buscas
por janelas de primeiro andar
em meio a multidão de uma sexta-feira
Lapa que te quero Lapa
Já não te creio para novos devaneios
pedidos de perdão que se perdem
por entre mentiras e indecisões
Quem tem os arreios
não vive  de receios
Vir
Porvir
Intervir
Faça o que fizer
Não há o que brandir
Morreu!

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