Da primeira vez que ouvi O Maestro Jorge Antunes já se vão 30 anos, morava em Beer Sheva - Israel e um colega argentino de faculdade me fez a gentileza inesquecível de toca-lo, anos depois em Natal conheci uma brasiliense, a Cida, bancária do Banco do Brasil que era amante da sua musica e tinha toda sua coleção num imenso LP que me foi dado por empréstimo em troca de deixar me fotografar pelado, artisticamente é claro.
Fazia alguns anos que não o ouvia ou falava dele, quando recentemente, na casa dos meus amigos Maurício e Simone no Recife faço um comentário sobre o maestro e o Maurício localiza na internet a musica que eu considero a mais bela das compostas por ele. Tentei já inúmeras vezes descobrir o site onde ele encontrou os arquivos musicais do maestro onde poderia encontrar a Elegia mas até agora nada... que pena.
Mas não vou desistir. É simplesmente bela, roxa e com aquelas vozes agudas de crianças cantando em hebraico e repetindo em espanhol o refrão "a la justicia no se mata".
Fazia alguns anos que não o ouvia ou falava dele, quando recentemente, na casa dos meus amigos Maurício e Simone no Recife faço um comentário sobre o maestro e o Maurício localiza na internet a musica que eu considero a mais bela das compostas por ele. Tentei já inúmeras vezes descobrir o site onde ele encontrou os arquivos musicais do maestro onde poderia encontrar a Elegia mas até agora nada... que pena.
Mas não vou desistir. É simplesmente bela, roxa e com aquelas vozes agudas de crianças cantando em hebraico e repetindo em espanhol o refrão "a la justicia no se mata".
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