A história se repete e o que fazemos para não cometer os mesmos erros? Essa é uma pergunta que me faço diariamente quando vejo, leio e observo o mundo se repetindo em flashback com diferentes personagens e em paisagens diversas.
Penso! E como não possuo mecanismos próprios para alterar absolutamente nada nesse grande teatro, e como apenas suspeito de como essas peças são encenadas, fico cada vez mais atônito com a loucura que esses pretensos lideres da humanidade desenvolvem pelos quatro cantos do planeta.
Vejamos o caso dos Iranianos:
Entendo que toda nação tenha o direito de possuir e desenvolver tecnologias que tragam bem estar a seus cidadãos, mas o que fazer quando nos deparamos com uma nação que claramente sinaliza ao planeta seu desejo de fazer dessa tecnologia (nuclear) apenas o uso militar para a fabricação de artefatos nucleares.
O Irã, localizado no Oriente Médio, embora não seja um país arábe é mulçumano e desde a revolução que depôs o Xá e a monarquia tornou-se uma República Teocrática, arquiinimiga de Israel a quem diuturnamente lançam impropérios como a destruição total do Estado de Israel, afirmação de que o Holocausto é um mito criado pelo ocidente e pelos sionistas para garantir a fundação do estado judeu etc., financiam e exportam sua revolução seja para o Líbano onde finaciam o Hisballah, e em Gaza o Hamas. A bomba nas mãos dos aiatolás só Allá sabe no que isso vai terminar. Enfim o que o mundo pode fazer para impedi-los?
Em Israel os analistas políticos e militares consideram o ano de 2010 como limite para solucionar a questão. Os israelenses vem apostando nas iniciativas diplomáticas do Conselho de Segurança da ONU mais a Alemanha, cuja reunião com os iranianos está marcada para hoje dia 1/10/2009. Segundo fontes israelenses os iranianos já teriam hoje uranio enriquecido suficiente para fabricar três bombas atômicas.
Em declaração a revista alemã DER SPIEGEL o diretor do organismo iraniano de energia nuclear afirmou o seguinte: " Estamos resignados ao pior, mas não nos dobraremos".
A sensação em Israel por ora é de que foram abandonados pelo mundo à própria sorte, falhando a diplomacia restará apenas a Israel a via militar para defender seu território e sua população .
Em entrevista ao Jerusalem Post no dia 18 de setembro, o General comandante da força aérea de Israel, Gen. Ido Nehushtan declarou que Israel precisa desenvolver todos os esforços para evitar que o Irã adquira os misseis S-300 da Rússia, esses mísseis são o que há de mais avançado na atualidade, possuem longo alcance, podem atingir simultaneamente mais de cem alvos, possuem alcance de 200km e atingem alvos até altura de 90.000 pés, ou seja uma fantástica barreira de defesa anti-aérea.
A Rússia de fato já havia negociado a venda desses mísseis aos iranianos e agora seria a data aprazada para o seu fornecimento o que Israel considera inaceitável, pois invibializaria ou dificultaria qualquer missão de ataque as centrais nucleares iranianas, daí a forte iniciativa diplomática israelense junto aos russos com as visitas do presidente Shimon Peres a Moscou e em seguida a do Primeiro-ministro Benyamin Netaniahu que deveria ser secreta, mas que foi propositadamente vazada pelo serviço secreto israelense, isso logo após o episódio com o navio mercante russo "Mar Artico", sequestrado no mar Báltico e localizado dias depois na costa africana, suspeita-se que tenha sido sequestrado pelo Mossad para interceptar a carga de misseis S-300 que se dirigiam para Teeran, fato negado pelos russos e evidentemente pelos israelenses.
O General Ido Nehushtan declarou ainda que Israel tem todo o direito de autodefender-se e que o papel da Força Aérea de Israel é o de defender o Estado de Israel e seu povo e que isso sabem fazer muito bem, mas que ficariam felizes se os esforços internacionais obtiverem exito e sucesso.
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